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sábado, 12 de julho de 2014

TEATRO: A FARINHADA EM PENEDO

Correio do Povo

18.10.2013 - 14:04   por Redação

A FARINHADA em Penedo

Espetáculo será no Teatro Sete de Setembro
O maior sucesso do teatro alagoano está de volta a PENEDO
O Grupo Joana Gajuru retorna a PENEDO com o espetáculo A FARINHADA ,sucesso de público e críticas.
O grupo estreou no último dia 4 de outubro o espetáculo “A Farinhada”, no Teatro Deodoro, em Maceió-AL. Com  texto do sociólogo alagoano Luís Sávio de Almeida e direção de René Guerra, a montagem foi contemplada com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz de 2012.
A apresentação do dia 4 de outubro foi apenas para convidados. Uma noite emocionante marcou a volta de A FARINHADA para os palcos alagoanos. O espetáculo teve apresentação em curta temporada nos dias 05, 06, 12 e 13, no Teatro Deodoro. Na próxima sexta(18) e sábado(19) a bola da vez será o município de Penedo.
Retornar com “A Farinhada” era um desejo do grupo alagoano desde 2010. A primeira montagem, de 1997, ficou em cartaz até 2006. Nesse período, o espetáculo ganhou mais de 25 prêmios nacionais.
“A Farinhada” marcou história no teatro alagoano. Sucesso de público, com cerca de 100 mil expectadores, o espetáculo foi à primeira montagem de palco do grupo Joana Gajuru, que tem como principal característica o teatro de rua.
A direção da nova “A Farinhada” é também do mesmo diretor da montagem de 1997, o alagoano René Guerra.
“A Farinhada” narra à história de Rosa Maria e Pedro Bom, trabalhadores de uma casa de farinha do interior de Alagoas, que são perseguidos pelo patrão.
No elenco: Alex Walker, Gama Júnior, Jorge Adriani, Reginaldo Meneses, Sandra Neves, Swelen Lopes, Ticiane Simões, Vittor Rodirgues, Waneska Pimentel.

A Assistência de Direção é de Waneska Pimentel, Canções de Mácleim, Direção Musical é de Arnaud Borges, Direção Coreográfica de Isabelle Rocha, Cenário de Marco Antonio de Campos e Fabíola Siqueira, Figurinos de Marcondes Lima, Iluminação de Eris Maximiano, Design Gráfico, Alex Walker, Produção Executiva Abides de Oliveira e Vittor Rodrigues e Produção Local Grupo Salto de Teatro.
O espetáculo tem apoio cultural da Prefeitura Municipal de Penedo, Dalila Boutique, Pousada Central, Oratório Restaurante e Petiscaria, Inovar - Seminário de Empreendedorismo e Inovação, Pague Bem Arrecadação, Rádio Penedo FM, Rádio Farol Melodia, TV Gazeta, Pink Nik - Alfajor, Instituto Zumbi dos Palmares - IZP e Cada Minuto.
O GRUPO

A Associação Teatral Joana Gajuru, de Maceió, é o primeiro grupo de teatro de rua de Alagoas, Estado da Região Nordeste do Brasil. Fundado em 1995, o grupo alagoano tem como característica em seu trabalho a pesquisa e o uso dos elementos da cultura popular nordestina. Essa característica está presente nos dez espetáculos montados pela associação, a exemplo de Uma Canção de Guerreiro, Baldroca, Versos de Um Lambe Sola, Fome Come e A Farinhada. Durante a sua trajetória, o Joana Gajuru obteve o reconhecimento local e nacional por seu trabalho, premiado com mais de 40 prêmios e participações em festivais, mostras e eventos nacionais e internacionais. Com o universo de trabalho mais que definido, na escolha do nome do grupo decidimos homenagear uma das mais importantes figuras dos folguedos alagoanos: Maria Joana da Conceição – Joana Gajuru – a primeira mestra de guerreiro da terra caeté, mulher que dos seus bem vividos 112 anos dedicou 80 à divulgação da cultura popular, através de seu Guerreiro.
O espetáculo A FARINHADA fica em cartaz no Theatro Sete de Setembro nos dias 18 e 19 de outubro. às 20h,
Os ingressos custam ANTECIPADOS INTEIRA R$ 14 e MEIA-ENTRADA R$ 7. Informações: 8806.9430 / 9607.2599

Fonte: Correio do Povo de Alagoas

TEATRO: A Farinhada, segunda montagem

Maceió Arquiteta





O professor doutor em Antropologia Sávio Almeida já viu o texto A Farinhada ser encenada diversas vezes. Agora, a peça que caiu no gosto popular, recebeu uma versão do diretor de Teatro René Guerra (o mesmo que assinou o clip da música Memória da Flor, interpretada pelos cantores Júnior de Almeida e Ney Matogrosso). Com foco na dicotomia velho/novo contemporâneo/tradicional, o ousado diretor alagoano convidou um escritório de arquitetura para criar um cenário que atendesse a concepção arrojada e que ainda correspondesse as especificidades que o espaço cênico necessita. Um desafio e tanto, na opinião da arquiteta Fabíola Siqueira, do escritório Conceito A, que dividiu a autoria do projeto com o produtor cultural Marcos Antônio.
O conceito para a criação do cenário estabeleceu trabalhar na dicotomia novo/velhos, moderno/tradicional
O diretor René Guerra explicou que a concepção conceitual dessa versão devia atender também duas metas: além de agregar o conceito sustentabilidade ao espetáculo, ele necessariamente precisava ter praticidade de deslocamento. “Quando estamos dentro de um processo de criação a questão da materialidade dos objetos cênicos é sempre tratada do ponto de vista da praticidade, leveza e custo. São fatores determinantes para ter um cenário que possa ocupar menor espaço possível dentro de um case para as andanças pelo Brasil”, explicou René. “A linguagem da encenação alinhada ao conceito de sustentabilidade, acrescentou o diretor, reafirma o compromisso artístico do Grupo Joana Gajuru com os temas sociais, recolocando-o na categoria de socioambiental tão importante e coerente com a trajetória de grupo que busca trazer discussões sobre o presente e o futuro”.
De acordo com Fabíola Siqueira, o fato de ter tido uma experiência anterior do fazer Teatro foi decisiva na hora de conceber um cenário, em tese um ambiente que demanda duas características imprescindíveis para as encenações cénicas: simbologia e subjetividade. “Foi-me solicitado pelo diretor um cenário que remetesse a história, mas que indiretamente também fosse moderno, contrastando com aquele cenário clássico, em que vinha-se valorizando o obvio. A preocupação era onde achar as peças, porque elas deveriam ser de fácil manuseio, já que em alguns no momento do espetáculo elas sairiam do lugar”, disse.
"A materialidade dos objetos cênicos é sempre tratada do ponto de vista da praticidade", justificou o diretor da peça.
Uma vez cenário definido, o toque de modernidade veio com uma estrutura em LED instalada no centro do espaço cénico. René esclareceu que o quadrado em LED, contrapondo com os signos estéticos ancestrais necessários, reforçou o conceito plástico da cena. “A modernidade do LED funcionou como outro elemento cênico determinante para a linguagem da encenação. Essas escolhas podem parecer simples, mas não são. É necessário o olhar atento de uma profissional da área na escolha do material que tivesse essas qualidades,” acrescentou René. 
O texto do antropólogo Sávio de Almeida, escrito para o Grupo Joana Gajuru, caiu no gosto popular.
Essa parceria entre o Design de Interiores e o Teatro abre um nicho de mercado para este profissional, pois Alagoas ainda é muito carente de técnicos especialistas nesse ramo.

TEATRO: A Farinhada, UFAL

Universidade Federal de Alagoas

A Farinhada! Boa pedida!

04 de Outubro de 2013
Redação Ascom 
Quem ainda não viu “A Farinhada” tem agora neste final de semana a oportunidade de não perder tão prazerosa programação de diversão no Teatro Deodoro.  Contemplada com o Projeto Funarte do Teatro Myriam Muniz 2012,  "A Farinhada"  é do teatrólogo alagoano e professor da Ufal, Luiz Sávio de Almeida. e do artista da terra Máclein Carneiro, com direção de René Guerra. 
Será apresentada neste sábado, 5, às 20 horas, e no domingo, a partir das 19 horas. O espetáculo terá nova apresentação nos dias 12 e 13 deste mês,  no mesmo horário e local. O ingresso custa 20 reais (inteira) e quem tem direito a meia entrada pagará apenas 10 reais. Boa pedida!

TEATRO: A Farinhada, Arapiraca

Alagoas 24 horas

'A Farinhada' encerra hoje o IV Festival de Teatro de Arapiraca


Ascom
Após uma série de espetáculos que mostram que Arapiraca tem um público assíduo e faminto por arte cênica, o IV Festival de Teatro de Arapiraca se encerra na noite deste domingo (8) com a peça “A Farinhada”.
De autoria do historiador alagoano Sávio de Almeida, a trama de passa numa casa de farinha do interior e conta a história de amor entre Pedro Bom e Rosa Maria, ambos perseguidos pelo dono do local.
A apresentação acontece a partir das 20h, com ingresso de R$ 5. “O espetáculo já premiado e remontado para esse momento especial tem um quê de alagoaneidade em sua essência. Esperamos a presença de todos os amantes do teatro é aguardada com carinho para mais uma ação que engrandece a nossa cultura”, diz a secretária Municipal de Cultura e Turismo (Sectur), Tânia Santos.
Com o empenho da prefeita Célia Rocha (PTB), junto aos realizadores do festival, a Associação dos Artistas de Massaranduba (AAMA), cinco projetos vieram pela 2ª Mostra Alagoana de Teatro "Alagoas em Cena".
Esta quarta edição do Festival de Teatro de Arapiraca, realização da AAMA, tem apoio da Prefeitura de Arapiraca, da Sectur, do Serviço Social do Comércio (Sesc), da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de Alagoas (Sated/AL), do Fundo do Cultura de Alagoas, do Alagoas em Cena e Teatro Deodoro – Diretoria de Teatro do Estado de Alagoas.
Fonte: Ascom

TEATRO: A Farinhada e o grupo Joana Gajuru

Memorial Brasil de Artes Cênicas

Associação Teatral Joana Gajuru PDF Imprimir E-mail
joana_gajuru_siteA Associação Teatral Joana Gajuru tem 17 anos de fundação. Primeiro grupo de teatro de rua de Alagoas, o Joana Gajuru se notabilizou no Estado e no Brasil por seu trabalho, ligado sempre à pesquisa e aos estudos do fazer teatral na rua e também no palco, e ao uso em suas montagens das culturas populares nordestina e brasileira.
Esse trabalho está presente em A Farinhada, espetáculo com mais de 20 prêmios e que marcou o teatro alagoano, Uma Canção de Guerreiro no Chumbrego da Orgia, espetáculo de rua que marcou a estreia do grupo, Baldroca, Versos de um Lambe Sola, Fome Come, A Estória da Moça Preguiçosa, Severino Gajuru, entre outros.
Em 2010, o grupo completou 15 anos e para marcar essa data, realizou o projeto Memórias dos Filhos de Joana. Entre as ações comemorativas estava o lançamento da revista Gajuru 15 anos – Memórias dos Filhos de Joana.
A revista conta a história do Joana Gajuru, com registro fotográfico de seus espetáculos, informações sobre suas montagens, homenagens.
O objetivo era documentar a história de um dos grupos mais importantes do teatro alagoano e contribuir para a pesquisa, a arte e a formação.
Além desse registro, no ano de seus 15 anos o grupo realizou outras ações: exposição de figurinos e apresentação de seu repertório com a Mostra Gajuru de Teatro.
A história
A Associação Teatral Joana Gajuru, fundada em 29 de janeiro de 1995, na cidade de Maceió, é o primeiro grupo de teatro de rua de Alagoas, Estado da região Nordeste do Brasil. Seu nome é uma homenagem a Maria Joana da Conceição, a Joana Gajuru, primeira mestra de Guerreiro, folguedo alagoano.
O Joana Gajuru surgiu a partir de uma oficina de teatro de rua ministrada pelo grupo Imbuaça-SE, em 1994, em Maceió.
Abides de Oliveira, Aílton Protásio, Diva Gonçalves, Jairo Bezerra, Jorge Adriani, Regis de Souza, Vlademir Dantas e Tereza Gonzaga, que também eram alunos do Curso de Formação do Ator da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), resolvem criar o grupo.
A estreia aconteceu na performance Uma Palavra em Quatro Tempos, com direção de Homero Cavalcante, encenada no Teatro de Arena Sérgio Cardoso, com Abides de Oliveira, Jorge Adriani, Regis de Souza e Aílton Protásio em cena.
Desde o seu início o grupo teve como metas desenvolver o seu trabalho a partir de pesquisas da cultura popular, dos elementos dos folclores alagoano e nordestino e da Literatura de Cordel. Além disso, manter o intercâmbio com fazedores das artes cênicas no Brasil, sempre trabalhando com profissionais locais e de outros estados, a exemplo de Lindolfo Amaral-SE, Marcondes Lima-PE, Eliézer Rolim-PB, René Guerra-AL, Homero Cavalcante-AL, entre outros. E a rua como palco principal.
Entre os frutos do reconhecimento do teatro desenvolvido pela associação estão os mais de 40 prêmios recebidos nesse período em festivais nacionais, eventos locais e regionais. Até 2011, o grupo desenvolveu também um trabalho com crianças e adolescentes do bairro de Fernão Velho, em Maceió- AL, por meio do ponto de cultura ABC Guerreiros de Joana.
O grupo alagoano é alvo de pesquisa em Alagoas e seu teatro referência para trabalhos de conclusão de curso nas universidades alagoanas.
No ano de sua fundação, o grupo estreia Uma Canção de Guerreiro no Chumbrego da Orgia, que traz texto adaptado da Literatura de Cordel e elementos do guerreiro, como músicas, danças e cores. Na direção, Lindolfo Amaral, do grupo Imbuaça, que foi fundamental para os novos atores estrearem na rua.
Com o trabalho reconhecido em Alagoas, o Joana Gajuru leva em 1996 seu espetáculo de estreia para outros estados do Nordeste e do Brasil. Em Santa Catarina, no Festival de Teatro Isnard Azevedo, Uma Canção de Guerreiro leva o prêmio de melhor direção e figurino e é indicado a melhor espetáculo – teatro de rua. Ainda esse ano, o grupo participa da Circuito Nordeste de Teatro, levando seu espetáculo de rua para Paraíba, Rio Grande do Norte e Seripe.
Em 1996, os componentes do grupo aceitam o desafio da autoencenação e levam à cena o texto do alagoano Luiz Gutemberg, O Auto da Lapinha Mágica, auto de Natal que, sob a direção dos próprios integrantes do Joana Gajuru, utiliza as figuras de uma lapinha para fazer questionamentos sobre cultura e política em nosso século.
Após duas montagens de rua, os membros do Joana Gajuru decidem desenvolver um trabalho no palco. E a "estreia" é com o texto do sociólogo alagoano Luís Sávio de Almeida: A Farinhada. A peça conta o cotidiano das casas de farinha, a opressão do patrão e uma história de amor que acaba em tragédia. Com A Farinhada, a associação firma seu nome no Nordeste e no cenário nacional. Em quase dez anos, a peça colecionou mais de 20 prêmios em festivais nacionais e cerca de 56 indicações.
Na montagem seguinte, de 1998, o grupo retorna à rua com Olé, Olé, Gajuru o Guerreiro é Você!, uma homenagem à mestra de guerreiro Joana Gajuru. Em 2000, o grupo leva o cancioneiro infantil tradicional e popular para o palco, com o infantil A Estória da Moça Preguiçosa. No ano seguinte, o Gajuru monta Severino Gajuru, que é uma adaptação de Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto.
Em 2004, o Joana Gajuru monta dois espetáculos de rua. O primeiro, Fome Come, texto do sociólogo Luís Sávio de Almeida. Em seguida, a associação adapta um conto de João Guimarães Rosa, Corpo Fechado, para a rua. É o espetáculo Baldroca, com direção de Lindolfo Amaral. Em 2006, o grupo monta outro espetáculo de rua, A História do Casamento Coisado. Em 2007, o Gajuru faz a adaptação para o palco da obra do ex-sapateiro Antônio Aurélio de Morais com Versos de um Lambe Sola.
Em suas inúmeras montagens, a associação desenvolveu pesquisas e a partir delas usou o trabalho estudado em seus espetáculos. A literatura de cordel em Uma Canção de Guerreiro no Chumbrego da Orgia (1995), o folguedo Guerreiro em Olê, Olê Gajuru o Guerreiro é Você (1999), os causos e ditos populares em A Farinhada (1997), o pastoril em O Auto da Lapinha Mágica (1996), as crenças religiosas e a medicina popular em Baldroca (2004), as tradições juninas em O Casamento Coisado (2006), o cancioneiro infantil em A Estória da Moça Preguiçosa (2000).

TEATRO: A Farinhada em Penedo

Conexão Penedo

Grupo Joana Gajuru volta a Penedo com “A Farinhada”

Grupo Joana Gajuru volta a Penedo com “A Farinhada”

O maior sucesso do teatro alagoano está de volta a PENEDO.
Grupo Joana Gajuru retorna a PENEDO com o espetáculo A FARINHADA sucesso de público e críticas.
O grupo Joana Gajuru estreou no último dia 4 de outubro o espetáculo “A Farinhada”, no Teatro Deodoro, em Maceió-AL. Com  texto do sociólogo alagoano Luís Sávio de Almeida e direção de René Guerra, a montagem foi contemplada com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz de 2012.
A apresentação do dia 4 de outubro foi apenas para convidados. Uma noite emocionante marcou a volta de A FARINHADA para os palcos alagoanos. O espetáculo teve apresentação em curta temporada nos dias 05, 06, 12 e 13, no Teatro Deodoro. Na próxima sexta(18) e sábado(19) a bola da vez será o município de Penedo.
Retornar com “A Farinhada” era um desejo do grupo alagoano desde 2010. A primeira montagem, de 1997, ficou em cartaz até 2006. Nesse período, o espetáculo ganhou mais de 25 prêmios nacionais.
“A Farinhada” marcou história no teatro alagoano. Sucesso de público, com cerca de 100 mil expectadores, o espetáculo foi à primeira montagem de palco do grupo Joana Gajuru, que tem como principal característica o teatro de rua.
A direção da nova “A Farinhada” é também do mesmo diretor da montagem de 1997, o alagoano René Guerra.
“A Farinhada” narra à história de Rosa Maria e Pedro Bom, trabalhadores de uma casa de farinha do interior de Alagoas, que são perseguidos pelo patrão.
No elenco: Alex Walker, Gama Júnior, Jorge Adriani, Reginaldo Meneses, Sandra Neves, Swelen Lopes, Ticiane Simões, VittorRodirgues, Waneska Pimentel.
A Assistência de Direção é de Waneska Pimentel, Canções de Mácleim, Direção Musical é de Arnaud Borges, Direção Coreográfica de Isabelle Rocha, Cenário de Marco Antonio de Campos e Fabíola Siqueira, Figurinos de Marcondes Lima, Iluminação de Eris Maximiano, Design Gráfico, Alex Walker, Produção Executiva Abides de Oliveira e Vittor Rodrigues e Produção Local Grupo Salto de Teatro.

O GRUPO
A Associação Teatral Joana Gajuru, de Maceió, é o primeiro grupo de teatro de rua de Alagoas, Estado da Região Nordeste do Brasil. Fundado em 1995, o grupo alagoano tem como característica em seu trabalho a pesquisa e o uso dos elementos da cultura popular nordestina. Essa característica está presente nos dez espetáculos montados pela associação, a exemplo de Uma Canção de Guerreiro, Baldroca, Versos de Um Lambe Sola, Fome Come e A Farinhada. Durante a sua trajetória, o Joana Gajuru obteve o reconhecimento local e nacional por seu trabalho, premiado com mais de 40 prêmios e participações em festivais, mostras e eventos nacionais e internacionais. Com o universo de trabalho mais que definido, na escolha do nome do grupo decidimos homenagear uma das mais importantes figuras dos folguedos alagoanos: Maria Joana da Conceição – Joana Gajuru – a primeira mestra de guerreiro da terra caeté, mulher que dos seus bem vividos 112 anos dedicou 80 à divulgação da cultura popular, através de seu Guerreiro.
O espetáculo A FARINHADA fica em cartaz no Theatro Sete de Setembro nos dias 18 e 19 de outubro. às 20h,
Os ingressos custam ANTECIPADOS INTEIRA R$ 14 e MEIA-ENTRADA R$ 7. Informações: 8806.9430 / 9607.2599

TEATRO: Imagens de A Farinhada













TEATRO: A Farinhada

TV Gazeta

http://globotv.globo.com/tv-gazeta-al/al-tv-1a-edicao/v/teatro-deodoro-recebe-o-espetaculo-a-farinhada-neste-final-de-semana/2867710/

TEATRO: A Farinhada

 Teatro Deodoro

30/09/2013 - 11h32m

Maior sucesso do teatro alagoano, “A Farinhada” volta ao palco do Deodoro com nova montagem

Maior sucesso do teatro alagoano, “A Farinhada” volta ao palco do Deodoro com nova montagem
"A Farinhada"
A DITEAL - Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas e a Secretaria de Estado da Cultura de Alagoas, por meio do Centro de Belas Artes de Alagoas (Cenarte), apresentam a volta o maior sucesso do teatro alagoano: a peça “A Farinhada”, do grupo Joana Gajuru, que retorna ao palco do Teatro Deodoro nos dias 05, 06, 12 e 13 de outubro. Aos sábados, o espetáculo começa às 20h, e aos domingos, às 19h, com ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
Contemplada com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz de 2012, a montagem conta com o texto do sociólogo alagoano Luís Sávio de Almeida, dirigido por René Guerra. Narrando a história de dois trabalhadores de uma casa de farinha localizada no interior de Alagoas, “A Farinhada” promete repetir o sucesso da primeira montagem, que estreou em 1997, ficando em cartaz até 2006.
Ganhadora de 25 prêmios nacionais, a peça marcou época no cenário local, atraindo mais de cem mil espectadores com seus aspectos de teatro de rua e uma contundente e marcante narrativa, abraçada pelo novo elenco que traz nomes como Alex Walker, Gama Júnior, Jorge Adriani, Reginaldo Meneses, Sandra Neves, Swelen Lopes, Ticiane Simões, Vittor Rodrigues e Waneska Pimentel.
Após a temporada no Teatro Deodoro, a montagem segue para Penedo, nos dias 18 e 19 de outubro,  e Arapiraca, nos dias 8 e 9 de novembro. O espetáculo tem apoio cultural da Fundação Municipal de Ação Cultural, DITEALDiretoria de Teatros de Alagoas/Teatro Deodoro, Secretaria de Estado da Cultura de Alagoas/Centro de Belas Artes de Alagoas (Cenarte), TV Gazeta, Pink Nik, IZP, TV Alagoas, Maceió Atlantic, Conrad, Cada Minuto, Print Paka Gráfica Rápida, Repórter Alagoas, Rádio Jornal AM, Mix Sinalização, Conceito Arquitetura, Iapois Brindes e Presentes, Decoraled, SOS Tudo Entrega Rápida, Namastê Casa doYoga e Mestre Cuca.

Ficha técnica
Produção: Vittor Rodrigues
Produção executiva: Abides de Oliveira e Waneska Pimentel
Assistente de direção: Waneska Pimentel
Canções: Mácleim
Direção musical: Arnaud Borges
Direção coreográfica: Isabelle Rocha
Cenário: Marco Antonio de Campos e Fabíola Siqueira
Figurinos e maquiagem: Marcondes Lima
Iluminação: Eris Maximiano
Design gráfico: Alex Walker


SERVIÇO:
Teatro Deodoro
A Farinhada
Grupo Joana Gajuru
Datas: 05 (sábado), 06 (domingo), 12 (sábado) e 13 (domingo) de outubro
Horário: 20h (sábados) e 19h (domingos)
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Ponto de venda: Bilheteria do Teatro Deodoro
Informações: 3556-5665 ou 3315-5656
Realização: Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas /Governo de Alagoas

A FARINHADA

  g1 - aLAGOAS

04/10/2013 13h07 - Atualizado em 04/10/2013 13h08

'A Farinhada' volta aos palcos de Alagoas após sete anos de recesso

Montagem ficou em cartaz até 2006 e ganhou 25 prêmios nacionais.
Foi considerada sucesso de público com mais de 100 mil espectadores.

Do G1 AL
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A Farinhada volta aos palcos de Alagoas após sete anos de recesso (Foto: Reprodução/TV Gazeta)A Farinhada fará apresentações em Maceió,
Penedo e Arapiraca.
(Foto: Reprodução/TV Gazeta)
O espetáculo "A Farinhada", do grupo Joana Gajuru, volta aos palcos de Algoas após ficar sete anos sem se apresentar no estado. A primeira apresentação será no sábado (5), no Teatro Deodoro, em Maceió. As histórias de Rosa Maria e Pedro Bom, trabalhadores de uma casa de farinha do interior de Alagoas, que são perseguidos pelo patrão, são contadas na trama. As apresentações vão continuar nos dias 6, 12 e 13 de outubro.
Retornar com "A Farinhada" era um desejo do grupo alagoano desde 2010. A primeira montagem, de 1997, ficou em cartaz até 2006. Nesse período, o espetáculo ganhou mais de 25 prêmios nacionais, sendo considerado um sucesso de público, com cerca de 100 mil espectadores.
A montagem, primeira do grupo teatral para os palcos, tem texto do sociólogo alagoano Luís Sávio de Almeida e direção de René Guerra, e já foi contemplada com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz de 2012.
Após as apresentações na capital, o espetáculo segue para Penedo, nos dias 18 e 19 de outubro, e em Arapiraca, nos dias 8 e 9 de novembro.
Serviço:
Local: Teatro Deodoro.
Datas: 05 (sábado), 06 (domingo), 12 (sábado) e 13 (domingo) de outubro.
Horário: 20h (sábados) e 19h (domingos).
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).
Ponto de venda: Bilheteria do Teatro Deodoro.
Informações: 3556-5665 ou 3315-5656.