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sábado, 19 de julho de 2014

Luiz Sávio de Almeida. Ilé Axé Legioniré Nitó Xoroqué, na festa de Iemanjá





Ilé Axé Legioniré Nitó Xoroqué





As cores normais mostram a busca do registro; preto e branco vai em busca de raiz e as cores trabalhadas procuram o fantástico e  o maravilhoso ao desconstruir e reconstruir.


As fotos são do Ilé Axé Legioniré Nitó Xoroqué que tem o Manoel Xoroqué como Babalorixá (I)

A Festa de Yemanjá
A grande formação da roda e as saudações


Sempre imaginei que os cabelos de Iemanjá vão  longe: saem do corpo e envolvem o mundo

As mãos não param e escrevem curvas no ar

As mãos em espaço mais aberto e a concentração no rosto




A reverência e o respeito








Vi uma borboleta voando para Iemanjá


Manoel Xoroqué
Não tenho dúvida: o movimento retorna o corpo à África
Uma escala
















































































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